Visita à exposição ARTE D’INCLUSÃO…OUVIR..SENTIR…CRIAR!!

O grupo bilingue do Jardim de infãncia de S. Bartolomeu visitou a exposição ARTE D’INCLUSÃO…OUVIR..SENTIR…CRIAR, aberta ao público na galeria Lucinda Cabral Henriques, na Escola Secundária Jaime Cortesão,  para mostrar os trabalhos realizados por todos os que participaram no CONCERTO INCLUSIVO! Também lá estavam os nossos!

Observámos os trabalhos, o vídeo e as fotografias e deixámos a nossa opinião no livro de registos!!!!

ADORAMOS!!

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“Bengala quase mágica” – Tecnologias de apoio

 

Notícias de Cá – DICA DA SEMANA – 5 de março 2015

Bengala quase mágica

“O menino que tinha medo do escuro” – Livro Inclusivo

Diário de Coimbra, 21 de janeiro de 2015.

Diário da Turma

O menino que tinha medo do escuro

 

Agricultura como terapia e ocupação – APCC – Prémio BPICAPACITAR

APCCIn Semanário Expresso, 27 de dezembro de 2014

Literacia emergente na cegueira – ANIP – Prémio BPICAPACITAR

ANIPIn Semanário Expresso, 27 de dezembro

Música para surdos – HPP – Prémio BPICAPACITAR

Música para surdos

In Semanário Expresso, 27 de dezembro de 2014

Biblioteca digital apoia cegos – APEC – Prémio BPICAPACITAR

Biblioteca para cegos

In Semanário Expresso, 27 de dezembro de 2014

Dia Internacional da Pessoa com Deficiência – 3 de dezembro

“O Dia Internacional da Pessoa com Deficiência assinala-se hoje, uma data que serve para alertar para a necessidade de construir uma sociedade inclusiva para os cerca de 15% da população mundial, que vive com alguma deficiência.

Em 2013, o tema é “Quebrem barreiras, abram portas: Por uma sociedade inclusiva para todos”, e o Instituto Nacional para a Reabilitação (INR) assinala a data com uma festa para crianças e jovens, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, mas também com um congresso sobre a surdocegueira, no Centro Cultural de Belém.

As iniciativas do INR são realizadas em conjunto com a Casa Pia de Lisboa e, no dia 04 de dezembro, serão nomeados oficialmente os embaixadores para a deficiência para o ano de 2014.

Os nomes são já conhecidos. No desporto paraolímpico trata-se de Simone Fragoso, de José Arruda, na gestão das Organizações Não Governamentais (ONG), Carlos Pereira para a área das acessibilidades e de Mário Augusto para a comunicação social.

Durante o dia de hoje decorre também uma conferência por “Uma Vida Independente”, da responsabilidade dos (d)Eficientes Indignados, que começa de manhã e conta com a participação de vários participantes estrangeiros.

Ainda em Lisboa, tem lugar a entrega dos prémios BPI Capacitar 2013, uma iniciativa integrada na política de responsabilidade social da instituição bancária.

Nesta quarta edição da iniciativa, o BPI vai entregar 500 mil euros a diversas instituições sem fins lucrativos que se dedicam a projetos que promovem a melhoria da qualidade de vida e a integração social de pessoas com deficiência.

Mais à noite, pelas 19:00, a Associação Portuguesa de Deficientes promove uma vigília contra as medidas de austeridade.

Em Cascais, comemoram-se os 25 anos da Comissão para a Pessoa com Deficiência do concelho, com a inauguração de uma exposição de arte.

Mais a norte, no Porto, a Provedoria Municipal do Cidadão, em parceria com a Direção Municipal do Urbanismo, da Câmara Municipal do Porto, leva a cabo um seminário sobre “Espaço Público para Todos”.

Durante o seminário, será apresentado o novo portal de sistemas de itinerários acessíveis (SAI), enquadrado no Plano de Promoção de Acessibilidade para a Cidade do Porto.

Lugar ainda para o encerramento da 15.ª edição do “Juntos pela Arte”, que inclui uma peça de teatro da Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM) da Trofa, a hora do conto, a peça de teatro OCEANOS, da APPACDM de Matosinhos, e atuações musicais.” Jornal Ionline

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Banda do Silêncio – Ecos Brasil

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PORTARIA DA SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO DE SÃO PAULO

Banda do Silêncio na Escola Silva Gaio em Coimbra – Ecos RTP Notícias

RTP – LER AQUI

LUSA 22 Set, 2013

“Banda brasileira com jovens cegos e surdos usa a música como forma de inclusão”

“A Banda Música do Silêncio, um projeto musical de São Paulo, no Brasil, com jovens cegos e surdos, apresentou-se no sábado em Coimbra para mostrar que a música é uma ferramenta de inclusão e de desenvolvimento pessoal.”Banda brasileira com jovens cegos e surdos usa a música como forma de inclusão”

Fábio Bonvenuto, coordenador da Banda Música do Silêncio, gesticulou ordens, olhou em redor e por vezes usou a sua voz, num esforço de atenção, a diferentes níveis sensoriais, para poder comunicar com a sua orquestra.

O maestro tem que “adaptar a regência tradicional de orquestra” para uma regência na qual pode “usar o corpo todo”, explicou, depois de uma pequena demonstração do projeto na Escola Básica Poeta Manuel Silva Gaio, em Coimbra, no sábado, à tarde, antes da atuação às 21:00 na mesma escola.

O maestro da Banda Música do Silêncio introduziu sinais da linguagem gestual nessa regência, para que os alunos surdos o possam compreender, enquanto alunos cegos “têm ao lado” colegas que lhes vão dando comandos “através do toque da mão”.

Nesta viagem internacional, a convite da Câmara de Vidigueira, no Alentejo, surgiram apenas 40 alunos, mas pelo projeto, contou Fábio Bonvenuto, já passaram “quase 600 alunos”, desde 2005, altura em que o projeto foi iniciado.

A Banda Música do Silêncio surgiu por “12 alunos surdos desejarem ter aulas de música”, contou Fábio Bonvenuto, que recebeu um convite da Prefeitura de São Paulo para iniciar o projeto.

“A gente ouve, mas muitas vezes não escuta”, afirmou o maestro, explicando que “escutar envolve outros sentidos”, como “o recurso visual”.

A “escuta” da música surge também através da vibração, com os alunos surdos a “ouvirem os graves na região abdominal e os agudos na zona das costas e nuca”, disse à Lusa Fábio Bonvenuto.

Emily Santos, de 11 anos, que está na Banda Música do Silêncio desde 2010, contou “que gosta da sensação” da batida, e que escolheu o surdo, instrumental usado nas escolas de samba, por “gostar mais da sua vibração”.

O coordenador e maestro do projeto afirmou que a Banda Música do Silêncio tem, na sua maioria, crianças de estratos sociais mais baixos, conseguindo também, através da música, dar-lhes outras perspetivas de futuro.

“Para eles, isto é muito maior do que os aplausos”, explicou Fábio Bonvenuto, contando que um aluno “disse que não” a um trabalho no supermercado “a carregar caixa”, “porque se ele consegue tocar música, vai poder estudar mais e vai poder ganhar mais”.

O maestro enalteceu também a experiência de um antigo aluno seu que “foi para uma empresa e quando terminou o seu período de experiência foi promovido”, considerando que, “por ter aprendido música, sabe cumprir melhor os tempos das tarefas na fábrica”.

“A música é uma forma de chegar a todo o tipo de alunos”, frisou Amélia Loureiro, diretora do Agrupamento de Escolas Coimbra Centro, do qual faz parte a Escola Silva Gaio.

Amélia Loureiro disse à agência Lusa que o objetivo é de que os professores “se entusiasmem com este projeto e que depois o possam promover” no agrupamento, que é “a referência para alunos surdos e cegos” na região Centro.

A diretora do agrupamento considerou que a música poderá ser “fundamental” para “ajudar as crianças a nível da postura, da socialização ou da capacidade de concentração”.

“É engraçado como os alunos estão atentos ao seu professor e fazem música como qualquer um de nós”, disse Amélia Loureiro sobre a Banda Música do Silêncio, evidenciando “o entusiasmo e a capacidade de mobilizar todos”.”